Qual é o valor da vossa arte

Chi kung e miso

Em Lijiang, no Sul da China, algumas províncias apresentam de uma forma particular o preço do artesanato que vendem.

Colocam juntamente com o preço o numero de dias que a peça de artesanato demorou a ser feita.

  • Um cachecol demora dois dias
  • Um lenço cinco dias
  • Um tapete poderá ter uma semana de trabalho ou mais.

Essa declaração por parte do artista torna claro que o que ele faz é arte e que por ser arte não está disposto a que o preço seja ajustado.

  • Há quanto tempo praticam a vossa arte?
  • Quantas horas já investiram em formação?
  • Em treino diário?
  • Em leitura e reflexão?
  • Quantas milhas já viajaram para aprender?
  • Quantas horas de estudo foram necessárias para poderem aparecer, para dar uma aula, um tratamento ou uma palestra?

Pensem nisso da próxima vez que alguém tentar ajustar o valor da vossa arte.

Boas práticas.

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4 thoughts on “Qual é o valor da vossa arte”

  1. Fernanda Viana

    Excelente orientação de reflexão. Nunca tinha pensado desta maneira, embora tenha consciência de todos os pontos que refere, o que acontece é que há sempre quem tente negociar o meu trabalho e, quando explico o tempo que demoro, o cuidado e carinho que tenho na execução de cada peça, fico com aquela sensação chata de que me estou a justificar. Gostei da dica, vou reflectir e na próxima feira ou exposição ou, até, em atelier vou pôr em prática. Muito obrigada.

    1. Lourenco Azevedo

      Olá Fernanda, num mundo de “imediatez” é fácil esquecer que uma peça, uma aula, um artigo ou um livro não são apenas clicar e pronto. E mesmo quando é possível que isso aconteça – no caso de quem programa aplicações – tem por detrás muitas horas de trabalho. Por enquanto só o consumidor informado e que procura a qualidade é que entende este aspecto. E ainda bem que hoje existe espaço para todos e muitas opções de escolha. No entanto quem vende a sua arte – acredito pessoalmente – que deve ter estes aspectos em conta. E é a vontade de agradar a todos resulta frequentemente no artista ter de fazer outras coisas para sustentar a sua arte – quando a arte deve permitir ao artista viver dela e desenvolver e fortalecer o seu carácter naquilo que acredita como o valor correcto para a quilo que cria.

      Boas práticas.

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