O micro guia para a impermanência

Ou, a importância que damos às pequenas coisas

Há seis meses atrás abraçar era algo vulgar.

Um acto tão simples e comum, que neste momento se tornou tão importante e valioso, pela sua ausência.

Socialmente é incerto para quando o seu regresso e para quando, mesmo com o seu regresso, será possível fazê-lo, sem a estranheza dos filtros que foram criados e impostos.

A questão é que nunca sabemos, nunca sabemos quando será a última vez.

  • Nunca sabemos que som vamos ouvir de seguida.
  • Qual é o próximo pensamento a surgir na nossa mente.
  • Quem nos vai ligar daqui a um minuto ou quem sabe, só amanhã.

Não sabemos.

Mas nesta incerteza existe o possível antídoto, que é usufruir ao máximo do que fazemos.

Mesmo que seja a última vez.

  • A refeição que preparamos ou que prepararam para nós.
  • A companhia, mesmo telefónica, de alguém que nos é querido.
  • Cada passo que damos no parque.
  • Cada linha do livro que lemos.
  • Cada paisagem que vemos com ou sem pôr do sol.
  • Cada respiração.

O facto é que não sabemos, não sabemos nada.

Sempre foi assim, mas existem momentos nas nossas vidas porque os vivemos na primeira pessoa que nos identificamos mais.

Mas já que estamos a viver, já que estamos aqui, vamos mesmo aproveitar ao máximo os recursos que temos.

E usufruir do que temos no aqui e agora.

Isso ninguém nos pode privar.

Boas práticas 🙂

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