Fortalecer a Imunidade infantil – Parte 2

Na continuação do artigo anterior hoje apresentamos mais um ponto que consideramos importantes para o fortalecimento da imunidade infantil. 

  1. Consumir alimentos o menos processados possíveis e com o mínimo de ingredientes na sua composição.

Um bom pão contém

  • Farinha
  • Água
  • Fermento
  • Sal

Mais que isso consideramos que não é um pão mas um pão-bolo.

Quanto mais processado é um alimento e mais ingredientes contém, significa que está cada vez mais longe da Fonte e da natureza.

Este processamento resulta também com frequência num refinar do alimento. Refinar não significa que seja melhor ou mais saudável, mas que foi desprovido dos seus nutrientes essenciais. A farinha passa ser um farinha “branca” e com um valor nutritivo bastante inferior á farinha integral, o mesmo se passa com o sal, os óleos e os diversos cereais. Coloque-se um bago de arroz em água e este não germina, ao contrário de um bago de arroz integral que em dois dias está a começar a dar sinais de vida.

A “anedota” industrial actual passa por polir o arroz e outros cereais transformando-o num cereal que perde vitaminas e minerais essenciais. Uma delas as vitaminas de complexo B. Então, como este alimento não tem vitaminas, existe a tendência para que industrialmente estes cereais sejam enriquecidos com vitamina B para o transformar num alimento mais completo. O que é referido como um alimento fortificado. Existem mesmo directivas sobre este processo criadas pela OMS (organização Mundial de Saúde).

As refeições são momentos únicos, momentos que nos permitem que nesses períodos possamos ter o máximo de nutrição e sejam momentos chave também na alimentação da criança, se queremos que a imunidade seja fortalecida, tendo como um dos pilares a alimentação. Dai a escolha criteriosa de alimentos naturais, o menos processados e industrializados quimicamente ser para nós tão essencial para activar e fortalecer naturalmente a imunidade.

Agora,

Quando nos referimos aos alimentos refinados não nos referimos apenas aos alimentos que se ingerem pela boca mas também aos que são ingerido pelos outros sentidos.

Os sons e também os silêncios integrais de um parque, bosque, oceano ou de uma conversa familiar nutritiva, em vez de os sons refinados e súbitos da cidade – sempre em contínuo de fundo – ou então do silêncio quase tumular de uma família que “partilha uma refeição” com os olhos colados aos écrans.

O ar e o odor integral que só a natureza nos pode proporcionar, em comparação com o ar rarefeito e empobrecido de uma cidade ou de uma casa ou infantário das quais as janelas não abrem e que são refrigeradas não pela natureza mas pelo ar condicionado.

A possibilidade de um toque integral de pele com pele sem barreiras sintéticas e com calor humano nutritivo. A possibilidade de tocar a terra, a areia, a água do mar, sentir a brisa na pele, a corrente de um rio nos tornozelos, a textura das árvore, do musgo ainda húmido, das plantas e das flores dos jardins e bosques.

A possibilidade de brincar e estar em locais efectivamente a 3D onde a vista se perde no horizonte em oposto aos ecrãs que embora contenham a “informação toda do mundo” não permitem ir para além do 2D e oferecem uma estimulação sensorial bastante limitada e que num estágio da vida em que a maioria das crianças estão a numa fase de desenvolvimento da visão as incapacita e reduz consideravelmente a capacidade de prelecionar o espaço à sua volta de forma real.

E a pergunta que deve ser realizada não é apenas se no prato tenho alimentos refinados, se são orgânicos ou de uma proveniência sustentável mas se a vida que partilho e vivo com aqueles que amo é ou não uma vida integral e sustentável.

Boas práticas.

64 Partilhas


Subscreva

Ao subscrever o nosso blog, para além dos artigos e das nossas divulgações, oferecemos-lhe nos próximos 15 dias um programa de regeneração diário.

Comece hoje, um caminho dedicado a si.

Conheça os nossos cursos

Regenerar app

Chi Kung Fundamentos

Astrologia do Ki das 9 Estrelas